O que acontece com os seus dados por aqui
Sigilo faz parte da minha profissão. Então esta página eu quis escrever do meu jeito: sem juridiquês, explicando o que este site coleta, o que ele não coleta e como eu cuido do que você me confia.
Em vigor desde 13 de julho de 2026. Se algo mudar nesta política, esta data muda junto.
Quem responde por este site: Ana Hercília Barbosa Gusmão Ribeiro • Psicóloga • CRP 15/7904, em Maceió-AL. Sou eu quem decide o que é coletado aqui (na prática, quase nada) e é comigo que você fala sobre qualquer assunto de dados — o contato está no fim desta página.
O que este site coleta (e o que não coleta)
A resposta curta: muito pouco. A resposta completa está nos três pontos abaixo.
Formulários? Nenhum.
Este site não tem formulário. Não peço nome, e-mail nem telefone para você navegar. Você lê o quanto quiser sem se identificar, e nada fica registrado sobre quem você é.
Estatísticas de navegação
Posso vir a usar o Google Analytics 4 (GA4) para saber quantas pessoas visitam o site e quais páginas leem. Quando essa medição estiver ativa, o Google coleta dados de navegação de forma agregada: números de visitas, não pessoas. Enquanto ela não estiver ativa, nada é medido.
O que não existe aqui, em nenhum cenário: pixel de redes sociais, rastreador de anúncio ou remarketing.
O botão de WhatsApp
Quando você toca em "Conversar comigo no WhatsApp", o site apenas abre o aplicativo com uma mensagem pronta. A partir dali vale a política de privacidade do próprio WhatsApp — e, do meu lado, vale o sigilo profissional.
Por que eu posso tratar esses dados
A LGPD (Lei 13.709/2018) pede que toda coleta tenha uma justificativa. As minhas são estas:
- Estatísticas de navegação (quando ativas): legítimo interesse. Eu só quero entender se o site está ajudando quem chega até ele — e faço isso com números agregados, nunca com dados que identifiquem você.
- Sua mensagem no WhatsApp: é você quem inicia a conversa. Eu uso o que você escreve para responder, combinar horário e organizar um possível atendimento. Nada além disso.
- Dados sobre a sua saúde: esses só existem dentro do atendimento, protegidos pelo sigilo profissional e pelas regras mais rígidas da LGPD para dados sensíveis. Eles nunca passam pelo site.
Nossas conversas no WhatsApp
Tudo o que você me escreve é tratado com sigilo profissional — o mesmo que protege uma sessão. Não é uma cortesia minha: é o Código de Ética Profissional do Psicólogo que determina, e é assim que eu trabalho.
Por isso, por escrito eu não pergunto o motivo da sua busca, diagnóstico nem medicação. Esses assuntos merecem o cuidado de uma sessão, não a pressa de um chat. No primeiro contato a gente fala de agenda, de formato (online ou presencial) e do valor — que eu informo nessa conversa, sem compromisso.
O sigilo vem antes da LGPD
Vale separar duas coisas. O sigilo psicólogo-paciente protege o que você me conta em atendimento e existe desde muito antes de qualquer lei de dados. Já os dados de navegação são estatísticas anônimas de site. Um nunca encosta no outro: nada do que você me diz vira dado de marketing, e nenhuma estatística deste site sabe quem você é.
Seus direitos sobre os seus dados
Pela LGPD, você pode me pedir a qualquer momento:
- Confirmação e acesso: saber se eu trato algum dado seu e ver quais são.
- Correção: ajustar um dado incompleto ou desatualizado.
- Exclusão: apagar o que eu não preciso guardar. Uma honestidade aqui: registros de atendimento psicológico têm prazo de guarda definido por norma do Conselho de Psicologia. Se for o seu caso, eu explico com calma o que pode e o que não pode ser apagado.
- Informação: entender com quem um dado foi compartilhado — a resposta curta é: com ninguém, fora as ferramentas descritas nesta página.
Para exercer qualquer um desses direitos, me chame no WhatsApp — o mesmo botão aqui embaixo. Quem lê e responde sou eu. E se você sentir que não resolvi, pode recorrer à ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (gov.br/anpd).
Ficou alguma dúvida sobre como eu cuido dos seus dados?
Conversar comigo no WhatsApp